Blackfin destaca o trabalho colaborativo e os 11 meses de desenvolvimento por detrás de cada armação
A Blackfin revelou alguns dos bastidores do desenvolvimento das suas armações em titânio, um processo que decorre integralmente no Black Shelter, a sede da marca em Itália, onde equipas multidisciplinares trabalham durante cerca de 11 meses para transformar um conceito num produto final.
Segundo a empresa, o desenvolvimento de cada modelo resulta da colaboração entre as áreas de design, engenharia, investigação e desenvolvimento e estudo da cor. Ao longo deste processo, as propostas estéticas são constantemente avaliadas à luz da viabilidade técnica, enquanto são desenvolvidas novas soluções de engenharia e testados acabamentos destinados a valorizar as características do titânio.
A marca sublinha igualmente o papel do feedback recolhido junto dos seus parceiros e do mercado. A informação proveniente de óticos e clientes é integrada no desenvolvimento das coleções, contribuindo para aperfeiçoar aspetos como o conforto, a funcionalidade e a utilização diária das armações.
Do conceito inicial ao lançamento comercial, cada modelo passa por sucessivas fases de prototipagem, avaliação e otimização. Durante este período, são efetuados ajustes precisos nas proporções, nas curvaturas e na espessura do material, com o objetivo de alcançar um equilíbrio entre desempenho técnico, ergonomia e design.
Com esta abordagem, a Blackfin reforça a importância da investigação, da produção interna e do trabalho colaborativo no desenvolvimento das suas coleções, posicionando o titânio não apenas como a matéria-prima das suas armações, mas também como o elemento central da sua aposta em inovação e precisão.

